COLABORAÇÕES IMPORTANTES DE PAULO FREIRE PARA NOSSAS APRENDIZAGENS E PRÁTICAS
É de extrema importância, nós professores, sabermos destes ideais de transformação e elucidação deste teórico tão respeitável, em todo o mundo, que é Paulo Freire.
Freire faz uma abordagem da alfabetização, como: uma relação dialética dos seres humanos com o mundo, por um lado e, com a linguagem e com ação transformadora. Assim, a alfabetização como fundamento necessário à ação cultural para a liberdade, aspecto essencial do que significa ser um agente individual e socialmente constituído. Não podemos ter a idéia que a alfabetização é apenas uma habilidade técnica a ser adquirida. Muito de nossas práticas está envolvida de que o ato de ler e de escrever é somente adquirido com uma “boa metodologia”, e, muitas vezes, não respeitando a bagagem cultural do indivíduo que é a busca maior que é pela sua inserção na sociedade Alfabetização para Freire; um projeto político onde todos afirmam seu direito e responsabilidade não apenas de ler, compreender e transformar suas experiências pessoais, mas também de reconstituir sua relação com a sociedade mais ampla. Para Freire, alfabetização é parte de um processo pelo qual alguém se torna autocrítico a respeito da natureza historicamente construída de sua própria experiência.
Contribuições muitíssimo importantes de Paulo Freire e Donaldo Macedo. É importante apresentar a alfabetização como um construto histórico e social tanto para absorver o discurso da dominação, quanto para definir a pedagogia crítica como uma forma de política cultural. A alfabetização crítica como precondição para o empowerment individual e social. Professores se enganam, acreditam na que opção política, de militância e ficando comprometidos com um trabalho já são suficientes para superar as dificuldades de competências no ensino de ler e escrever. E, acreditam que até com leitura de manuais sejam suficientes para enfrentar os desafios metodológicos impostos na sala de aula. Isto é um engano! Para que ocorra a verdadeira alfabetização é preciso sistematizar experiências dos educandos e procurar criar as condições necessárias ao avanço do conhecimento.
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
APRENDENDO MAIS SOBRE O QUE É A EJA
Eu já tive experiência com a EJA e, digo que foi muito bom, podendo ser melhor se estivesse a parte destes conhecimentos tão importantes que estou tendo nesta interdisciplina e, minhas maiores aprendizagens relato em forma de textos reflexivos que coloquei nos fóruns que participei até o momento do semestre:
O que é EJA? "EJA é uma categoria organizacional constante da estrutura da educação nacional, com finalidades e funções específicas... EJA representa uma dívida social não reparada para com os que não tiveram acesso a nem domínio da escrita e leitura como bens social, na escola ou fora dela, e tenham sido a força de trabalho empregada na constituição de riquezas e na elevação de obras públicas.” " EJA necessita ser pensado como um modelo pedagógico próprio a fim de criar situações pedagógicas e satisfazer necessidades de aprendizagem de jovens e adultos." A EJA quer possibilitar aos indivíduos novas inserções no mundo do trabalho, na vida social, nos espaços da estética e na abertura dos canais de participação
Infelizmente, estamos num "joguete", onde o que devemos estar é alertas numa franca luta da busca pela transformação social e, nesta visão de alcance está Paulo Freire com suas idéias de lutas por uma alfabetização radical.
O que é EJA? "EJA é uma categoria organizacional constante da estrutura da educação nacional, com finalidades e funções específicas... EJA representa uma dívida social não reparada para com os que não tiveram acesso a nem domínio da escrita e leitura como bens social, na escola ou fora dela, e tenham sido a força de trabalho empregada na constituição de riquezas e na elevação de obras públicas.” " EJA necessita ser pensado como um modelo pedagógico próprio a fim de criar situações pedagógicas e satisfazer necessidades de aprendizagem de jovens e adultos." A EJA quer possibilitar aos indivíduos novas inserções no mundo do trabalho, na vida social, nos espaços da estética e na abertura dos canais de participação
Infelizmente, estamos num "joguete", onde o que devemos estar é alertas numa franca luta da busca pela transformação social e, nesta visão de alcance está Paulo Freire com suas idéias de lutas por uma alfabetização radical.
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
MINHAS EXPECTATIVAS PARA O NOVO SEMESTRE E O QUE VOU FAZER PARA ATINGÍ-LAS
Este semestre quero me empenhar bastante, ser uma boa aluna, tornar meu aprendizado rico para que eu possa transmitir toda essa bagagem que a UFRGS para me oferecer para meus alunos, tornando assim meu trabalho enquanto docente bem mais qualificado e enriquecedor. Quero estudar muito e fazer minhas postagens em dia e, ser muito organizada e eficiente, pois sei que sou muito capaz e esperta.
Desejo a todas colegas e ao meu colega Marcelo um bom retorno. Abraços a todos os professores, colegas, tutores e coordenadores deste curso.
Desejo a todas colegas e ao meu colega Marcelo um bom retorno. Abraços a todos os professores, colegas, tutores e coordenadores deste curso.
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
FILME SOBRE A INCLUSÃO NA SALA DE AULA
ESTUDO DE CASO DO MENINO PETER
O aluno apresenta a deficiência da síndrome de down, sua classe econômica é considerada média alta, morando numa boa casa, com pais bem presentes e carinhosos, parecendo ser uma família bastante estruturada
No início do ano, o menino não tinha um bom relacionamento com os colegas e os professores, mas com o decorrer do documentário tudo foi mudando, pois através de todo o envolvimento da turma e dos professores aos poucos o relacionamento foi melhorando e, conseguiram achar um meio de todos se relacionarem bem, o que foi um trabalho bastante árduo e, mesmo assim em suas crises o menino regredia um pouco, sendo violento com seus colegas.
Percebi que a família dá total apoio ao menino, sendo que já colocar o menino na escola já demonstra que a própria já o aceita, coisa que em muitos casos a maioria das famílias escondem e não aceitam seus filhos, sendo muitas vezes negligentes. O menino pelo que pude perceber é uma criança protegida e amada pelos pais.
Nos primeiros meses Peter não apresentava nenhuma concentração, nenhum envolvimento, não realizando nenhuma atividade. Mas através do diálogo e da cooperação entre os colegas e os professores e, com o tempo Peter começou a ter mais concentração e já conseguia realizar as atividades sozinhos, aprendendo a ler e escrever, sempre incentivados pelos colegas e professores, todos envolvidos numa grande teia de amizade, coleguismo e paciência.
Pelo que pude perceber todos os movimentos para a inclusão estavam presentes na escola, pois a mesma oferece uma sala bem ampla, com bastante materiais didáticos e pedagógicos, uma turma com poucos alunos. Trabalhos feitos em grupo, outros professores assessorando a professora, a professora tentando buscar meios de se relacionar bem com o menino, a preocupação da professora em buscar outros métodos que surgissem efeito num bom relacionamento entre os colegas e ela mesma, havendo também adaptações curriculares, pois Peter teve que aprender a ler e escrever, enquanto que a turma já estava no terceiro ano.
As práticas pedagógicas foram: o atendimento individual, mesmo trabalhando o coletivo, a flexibilidade na adaptação do currículo, o diálogo, a cooperação e o incentivo entre os colegas e professor para com o menino, o trabalho em grupo, a avaliação do professor fazendo parâmetros sobre o desenvolvimento do aluno, aulas bem diversificadas com apoios pedagógicos com jogos, exercícios físicos, brincadeiras e músicas.
Apesar do documentário não ter notificado tais empenhos, acredito eu que houve um amparato para a inclusão, pois os alunos demonstraram estar desde o início preparados para estar com este caso na sala de aula. E a família é bastante estruturada, parecendo estar sempre favorecendo o desempenho do menino.
É preciso termos uma avaliação mediadora construída na interação, no diálogo entre professores e alunos, transformando-os em participantes dos processos avaliativos; o professor interagindo com seus alunos e buscar compreender como eles estão construindo suas lógicas de pensamento, que eles vão produzindo suas capacidades de mediar situações de aprendizagem, tornando-se assim aprendizes do processo de desenvolvimento de seus alunos.
O conhecimento é adquirido na interação do sujeito com o meio, não aprendemos sozinhos e sim na troca de idéias, na ajuda mútua, no que realmente tenha significado para nós. Como relata a menina que estava sempre com Peter, diz ela que ela não só ajudou ele, mas também aprendeu muito com ele, o que para ela foi mais importante, não só ensinar mas aprender com o outro.O menino ao final do ano letivo recebeu um prêmio pelo seu aprendizado, sendo valorizado conforme suas condições.
É preciso encontrar uma maneira de utilizar os processos avaliativos como potencializadores das aprendizagens e inclusão escolar. Inclusive uma ferramenta pedagógica capaz de auxiliar na (re) construção de conhecimentos, fazendo emergir as potencialidades de cada sujeito e escutando as vozes historicamente silenciadas. Uma avaliação da aprendizagem inclusiva! O processo avaliativo olhando à diversidade, mutabilidade, ao imprevisível; a avaliação da aprendizagem como um meio e não um fim e, nesse sentido, é permeada pela teoria e pela prática, sendo um dispositivo facilitador da crítica do percurso de uma ação: a ação conjunta do fazer pedagógico.
Infelizmente nossa realidade não abrange totalmente a inclusão, o que é uma pena, pois temos tanto a trilhar em busca de novos conhecimentos e aprendizagens sobre o que é realmente a inclusão e os benefícios que a mesma trará para nossa sala de aula, para nossos alunos e para nós educadores. As contradições do filme à realidade são claras. É preciso na Inclusão serviços na área de saúde, bem com agentes e recursos da comunidade e o diagnótico completo dos alunos, recursos esses que capacitam bem à inclusão
O aluno apresenta a deficiência da síndrome de down, sua classe econômica é considerada média alta, morando numa boa casa, com pais bem presentes e carinhosos, parecendo ser uma família bastante estruturada
No início do ano, o menino não tinha um bom relacionamento com os colegas e os professores, mas com o decorrer do documentário tudo foi mudando, pois através de todo o envolvimento da turma e dos professores aos poucos o relacionamento foi melhorando e, conseguiram achar um meio de todos se relacionarem bem, o que foi um trabalho bastante árduo e, mesmo assim em suas crises o menino regredia um pouco, sendo violento com seus colegas.
Percebi que a família dá total apoio ao menino, sendo que já colocar o menino na escola já demonstra que a própria já o aceita, coisa que em muitos casos a maioria das famílias escondem e não aceitam seus filhos, sendo muitas vezes negligentes. O menino pelo que pude perceber é uma criança protegida e amada pelos pais.
Nos primeiros meses Peter não apresentava nenhuma concentração, nenhum envolvimento, não realizando nenhuma atividade. Mas através do diálogo e da cooperação entre os colegas e os professores e, com o tempo Peter começou a ter mais concentração e já conseguia realizar as atividades sozinhos, aprendendo a ler e escrever, sempre incentivados pelos colegas e professores, todos envolvidos numa grande teia de amizade, coleguismo e paciência.
Pelo que pude perceber todos os movimentos para a inclusão estavam presentes na escola, pois a mesma oferece uma sala bem ampla, com bastante materiais didáticos e pedagógicos, uma turma com poucos alunos. Trabalhos feitos em grupo, outros professores assessorando a professora, a professora tentando buscar meios de se relacionar bem com o menino, a preocupação da professora em buscar outros métodos que surgissem efeito num bom relacionamento entre os colegas e ela mesma, havendo também adaptações curriculares, pois Peter teve que aprender a ler e escrever, enquanto que a turma já estava no terceiro ano.
As práticas pedagógicas foram: o atendimento individual, mesmo trabalhando o coletivo, a flexibilidade na adaptação do currículo, o diálogo, a cooperação e o incentivo entre os colegas e professor para com o menino, o trabalho em grupo, a avaliação do professor fazendo parâmetros sobre o desenvolvimento do aluno, aulas bem diversificadas com apoios pedagógicos com jogos, exercícios físicos, brincadeiras e músicas.
Apesar do documentário não ter notificado tais empenhos, acredito eu que houve um amparato para a inclusão, pois os alunos demonstraram estar desde o início preparados para estar com este caso na sala de aula. E a família é bastante estruturada, parecendo estar sempre favorecendo o desempenho do menino.
É preciso termos uma avaliação mediadora construída na interação, no diálogo entre professores e alunos, transformando-os em participantes dos processos avaliativos; o professor interagindo com seus alunos e buscar compreender como eles estão construindo suas lógicas de pensamento, que eles vão produzindo suas capacidades de mediar situações de aprendizagem, tornando-se assim aprendizes do processo de desenvolvimento de seus alunos.
O conhecimento é adquirido na interação do sujeito com o meio, não aprendemos sozinhos e sim na troca de idéias, na ajuda mútua, no que realmente tenha significado para nós. Como relata a menina que estava sempre com Peter, diz ela que ela não só ajudou ele, mas também aprendeu muito com ele, o que para ela foi mais importante, não só ensinar mas aprender com o outro.O menino ao final do ano letivo recebeu um prêmio pelo seu aprendizado, sendo valorizado conforme suas condições.
É preciso encontrar uma maneira de utilizar os processos avaliativos como potencializadores das aprendizagens e inclusão escolar. Inclusive uma ferramenta pedagógica capaz de auxiliar na (re) construção de conhecimentos, fazendo emergir as potencialidades de cada sujeito e escutando as vozes historicamente silenciadas. Uma avaliação da aprendizagem inclusiva! O processo avaliativo olhando à diversidade, mutabilidade, ao imprevisível; a avaliação da aprendizagem como um meio e não um fim e, nesse sentido, é permeada pela teoria e pela prática, sendo um dispositivo facilitador da crítica do percurso de uma ação: a ação conjunta do fazer pedagógico.
Infelizmente nossa realidade não abrange totalmente a inclusão, o que é uma pena, pois temos tanto a trilhar em busca de novos conhecimentos e aprendizagens sobre o que é realmente a inclusão e os benefícios que a mesma trará para nossa sala de aula, para nossos alunos e para nós educadores. As contradições do filme à realidade são claras. É preciso na Inclusão serviços na área de saúde, bem com agentes e recursos da comunidade e o diagnótico completo dos alunos, recursos esses que capacitam bem à inclusão
Como é bom falar sobre como sou!
EU, “COMO ME VEJO” E “COMO AS OUTRAS PESSOAS ME VEEM”
Me vejo como mulher, mãe, professora, amiga...
Tenho defeitos e qualidades. Bem começarei com a parte pior de mim. Sou muito ansiosa, extremamente inquieta, muitas vezes coloco a carreta na frente dos bois, falo o que não é preciso falar, quando preciso algumas vezes me calo, sou bastante consumista, sou muito desorganizada e atrapalhada e muito, muito, muito chorona.
Agora falarei de minhas qualidades, sou carinhosa, muito amiga, bonita, uma ótima mãe, uma boa filha, tenho bons hábitos e atitudes, sei respeitar as pessoas, sou muito sorridente, mesmo quando tudo esta ruim, ninguém me vê triste, porque sei dar a volta por cima, sou uma ótima conselheira, adoro estar em sala de aula, gosto muito de meu trabalho, me sinto realizada na área profissional, pena que não somos mais bem remuneradas, bem, mas isso não vem ao caso agora; minhas qualidades físicas são perfeitas, estou brincando. Sou de estatura média, sou gordinha, com cabelos crespos e escuros, olhos castanhos, pele branca...
A maioria das pessoas que convivo só enxergam minhas qualidades, pois elas se sobressaem sobre os meus defeitos, desculpe por ser tão “modesta”, mas isso é a mais pura verdade.
SOU DE ORIGEM ALEMÃ, COM ORIGEM PORTUGUESA, POIS MEU PAI É DE ORIGEM ALEMÃ E MINHA MÃE DE ORIGEM PORTUGUESA. SOMOS UMA FAMÍLIA ENTRE QUATRO IRMÃOS, DOIS COM A PELE COR DE CUIA, E EU E MINHA IRMÃ CARLA DE PELE BASTANTE CLARA.
MEU AVÔ PATERNO ERA DE ORIGEM ALEMÃ, ENQUANTO QUE MINHA AVÓ PATERNA ERA DE ORIGEM BUGRA, ACHO EU QUE POR ISSO TENHO DOIS IRMÃOS MAIS ESCUROS.
Me vejo como mulher, mãe, professora, amiga...
Tenho defeitos e qualidades. Bem começarei com a parte pior de mim. Sou muito ansiosa, extremamente inquieta, muitas vezes coloco a carreta na frente dos bois, falo o que não é preciso falar, quando preciso algumas vezes me calo, sou bastante consumista, sou muito desorganizada e atrapalhada e muito, muito, muito chorona.
Agora falarei de minhas qualidades, sou carinhosa, muito amiga, bonita, uma ótima mãe, uma boa filha, tenho bons hábitos e atitudes, sei respeitar as pessoas, sou muito sorridente, mesmo quando tudo esta ruim, ninguém me vê triste, porque sei dar a volta por cima, sou uma ótima conselheira, adoro estar em sala de aula, gosto muito de meu trabalho, me sinto realizada na área profissional, pena que não somos mais bem remuneradas, bem, mas isso não vem ao caso agora; minhas qualidades físicas são perfeitas, estou brincando. Sou de estatura média, sou gordinha, com cabelos crespos e escuros, olhos castanhos, pele branca...
A maioria das pessoas que convivo só enxergam minhas qualidades, pois elas se sobressaem sobre os meus defeitos, desculpe por ser tão “modesta”, mas isso é a mais pura verdade.
SOU DE ORIGEM ALEMÃ, COM ORIGEM PORTUGUESA, POIS MEU PAI É DE ORIGEM ALEMÃ E MINHA MÃE DE ORIGEM PORTUGUESA. SOMOS UMA FAMÍLIA ENTRE QUATRO IRMÃOS, DOIS COM A PELE COR DE CUIA, E EU E MINHA IRMÃ CARLA DE PELE BASTANTE CLARA.
MEU AVÔ PATERNO ERA DE ORIGEM ALEMÃ, ENQUANTO QUE MINHA AVÓ PATERNA ERA DE ORIGEM BUGRA, ACHO EU QUE POR ISSO TENHO DOIS IRMÃOS MAIS ESCUROS.
O MÉTODO CLÍNICO APLICADO EM MEU QUERIDO FILHO DIMÍTRIUS
Método Clínico de Piaget
Registro e análise das provas:
1)DADOS DE IDENTIFICAÇÃO
Nome: Dimitrius
Idade da criança: 6 anos
Série: 1° Ano
Data da prova: 20/05/2009
Duração: 20 minutos
Observadores: Carla Rosane Maus e Graziela Maria Maus
Prova: Conservação do número
2. Descrição do contexto da aplicação da prova (onde foi realizada a aplicação, condições do local, etc):
A prova foi em minha casa, o meu afilhado, Dimitrius, é filho da Graziela. O lugar foi na cozinha e, ele amou os desafios que lhe foram feitos. Inclusive quando terminou o teste ele queria mais perguntas e, dissemos a ele que faríamos outra prova com água num copo, e isto foi o que acalmou o menino. É incrível o quanto ele gosta de responder as perguntas e, muitas vezes até fazia colocações, de tão à vontade que estava. É um aluno muito curioso.
3. Relato da aplicação da prova (dialogado):
Igualdade inicial:
Foram colocadas sete bolinhas de massa de modelar, do mesmo tamanho (verdes) em uma linha diante do menino e foi pedido que fizesse a mesma coisa com as bolinhas amarelas que lhe foram entregues (7 no total) e perguntado:
─Já terminou?
─ Sim. (respondeu o menino)
─ Nós temos a mesma quantidade?
─ Sim! (respondeu o menino)
─Como é que você fez?
─ Fiz igual ao teu, fui colocando na frente das tuas. (respondeu o menino)
─Como é que tu sabes?
─ Fácil, só coloquei na frente da tua!
Elogiei o menino e disse: -- vamos adiante?
Linhas espaçamento
Igualdade inicial:
Não foi preciso corrigir o menino, pois ele colocou o número igual, e foi perguntado a ele:
─ Tem a mesma quantidade de bolinhas, ou mais em alguma das linhas?
─ Tá igualzinho. (respondeu o menino)
Transformação:
Foram espaçadas as bolinhas verdes fazendo com que nas extremidades das duas linhas não coincidissem e perguntado ao menino:
─ E agora, temos mais ou a mesma quantidade de bolinhas nas duas linhas?
─ Tem a mesma, pois, tu não tirou nenhuma, só ficou maior porque tem espaço. (respondeu o menino)
─Olha como esta linha é maior. Outra criança me disse, ao contrário, que havia mais porque a linha é maior que a tua. Quem esta certa, tu ou a outra criança?
─ Eu, porque tu não colocou mais bolinhas, só deixou maior a fila por causa do espaço que tu fez, eu sei contar e, tá igual. (respondeu o menino)
─ Se eu colocar como antes, nós teremos a mesma quantidade de bolinhas, ou não?
─ Mesma coisa, tu não tirou nenhuma. (respondeu o menino)
Círculos e espaçamento
Igualdade inicial:
Foram colocadas somente seis bolinhas verdes em círculos e a mesma quantidade de bolinhas amarelas ao redor, em correspondência termo a termo.
─Tem a mesma quantidade?
─ Sim a mesma. (respondeu o menino)
Transformação:
Foram espaçadas as bolinhas do circulo exterior (amarelas)
─ Tem a mesma quantidade ou mais bolinhas amarelas?
─A mesma coisa. (respondeu o menino)
─ Mas uma criança me disse que tem mais porque o circulo é maior.
─ Não, tem a mesma coisa, só estão longe uma da outra, tu não colocou e nem tirou nenhuma bolinha. (respondeu o menino)
Retorno:
─ Agora, deixei como antes, nós temos a mesma quantidade, ou não?
─Sim, só ficou tudo pertinho. (respondeu o menino)
─ Tem certeza?
─ Sim, já contei. (respondeu o menino)
Cifras aproximadas
Igualdade inicial: (voltou a igualdade inicial em fila)
─ Se eu colocar como antes, nós teremos a mesma quantidade de boliinhas, ou não?
─ Sim.
Foi escondido uma das linhas e pedido ao menino para ele contar as bolinhas amarelas.
─ Tu podes adivinhar quantas bolinhas tem na outra linha?
─ Tem sete. (respondeu o menino)
─ Como tu sabe?Tem a mesma quantidade de bolinhas nas duas linhas ou tem mais em alguma das partes?
─ Eu contei as verdes e as amarelas e eram iguais, então tem também sete. E tu não tirou nenhuma.
Foi pedido que o menino contasse as bolinhas.
Ele disse que tinha sete nas duas.
Quanto às condutas da criança
O menino Dimitrius estava gostando de fazer a atividade. Sua reação primeiramente foi de curiosidade. Quando começamos a realizar a prova ele achou muito fácil e, seu interesse continuou.
O Dimitrius deu respostas corretas e não foi influenciado por contra argumentos, pois tinha certeza que nas duas filas tinha a mesma quantidade de bolinhas.
O Dimitrius consegue fazer a correspondência termo a termo e consegue fazer a operação lógica.
Ele, com certeza já, está no período pré-operatório. Ele consegue assimilar a idéia da conservação de quantidade, sem tantos recursos concretos.
A construção da capacidade de reversibilidade do pensamento assinala o ingresso nas operações concretas. A criança torna-se, então, capaz de realizar operações, ou seja, ações mentais, embora limitadas pelo mundo real.
Está no inicio da construção lógica, pois não necessita tanto de materiais concretos para entender conceitos e utilizá-los no dia-a-dia.
Quanto às intervenções do experimentador:
A mãe do menino, também professora não falou em nenhum momento, apenas fez anotações, estas que estão aqui.
Registro e análise das provas:
1)DADOS DE IDENTIFICAÇÃO
Nome: Dimitrius
Idade da criança: 6 anos
Série: 1° Ano
Data da prova: 20/05/2009
Duração: 20 minutos
Observadores: Carla Rosane Maus e Graziela Maria Maus
Prova: Conservação do número
2. Descrição do contexto da aplicação da prova (onde foi realizada a aplicação, condições do local, etc):
A prova foi em minha casa, o meu afilhado, Dimitrius, é filho da Graziela. O lugar foi na cozinha e, ele amou os desafios que lhe foram feitos. Inclusive quando terminou o teste ele queria mais perguntas e, dissemos a ele que faríamos outra prova com água num copo, e isto foi o que acalmou o menino. É incrível o quanto ele gosta de responder as perguntas e, muitas vezes até fazia colocações, de tão à vontade que estava. É um aluno muito curioso.
3. Relato da aplicação da prova (dialogado):
Igualdade inicial:
Foram colocadas sete bolinhas de massa de modelar, do mesmo tamanho (verdes) em uma linha diante do menino e foi pedido que fizesse a mesma coisa com as bolinhas amarelas que lhe foram entregues (7 no total) e perguntado:
─Já terminou?
─ Sim. (respondeu o menino)
─ Nós temos a mesma quantidade?
─ Sim! (respondeu o menino)
─Como é que você fez?
─ Fiz igual ao teu, fui colocando na frente das tuas. (respondeu o menino)
─Como é que tu sabes?
─ Fácil, só coloquei na frente da tua!
Elogiei o menino e disse: -- vamos adiante?
Linhas espaçamento
Igualdade inicial:
Não foi preciso corrigir o menino, pois ele colocou o número igual, e foi perguntado a ele:
─ Tem a mesma quantidade de bolinhas, ou mais em alguma das linhas?
─ Tá igualzinho. (respondeu o menino)
Transformação:
Foram espaçadas as bolinhas verdes fazendo com que nas extremidades das duas linhas não coincidissem e perguntado ao menino:
─ E agora, temos mais ou a mesma quantidade de bolinhas nas duas linhas?
─ Tem a mesma, pois, tu não tirou nenhuma, só ficou maior porque tem espaço. (respondeu o menino)
─Olha como esta linha é maior. Outra criança me disse, ao contrário, que havia mais porque a linha é maior que a tua. Quem esta certa, tu ou a outra criança?
─ Eu, porque tu não colocou mais bolinhas, só deixou maior a fila por causa do espaço que tu fez, eu sei contar e, tá igual. (respondeu o menino)
─ Se eu colocar como antes, nós teremos a mesma quantidade de bolinhas, ou não?
─ Mesma coisa, tu não tirou nenhuma. (respondeu o menino)
Círculos e espaçamento
Igualdade inicial:
Foram colocadas somente seis bolinhas verdes em círculos e a mesma quantidade de bolinhas amarelas ao redor, em correspondência termo a termo.
─Tem a mesma quantidade?
─ Sim a mesma. (respondeu o menino)
Transformação:
Foram espaçadas as bolinhas do circulo exterior (amarelas)
─ Tem a mesma quantidade ou mais bolinhas amarelas?
─A mesma coisa. (respondeu o menino)
─ Mas uma criança me disse que tem mais porque o circulo é maior.
─ Não, tem a mesma coisa, só estão longe uma da outra, tu não colocou e nem tirou nenhuma bolinha. (respondeu o menino)
Retorno:
─ Agora, deixei como antes, nós temos a mesma quantidade, ou não?
─Sim, só ficou tudo pertinho. (respondeu o menino)
─ Tem certeza?
─ Sim, já contei. (respondeu o menino)
Cifras aproximadas
Igualdade inicial: (voltou a igualdade inicial em fila)
─ Se eu colocar como antes, nós teremos a mesma quantidade de boliinhas, ou não?
─ Sim.
Foi escondido uma das linhas e pedido ao menino para ele contar as bolinhas amarelas.
─ Tu podes adivinhar quantas bolinhas tem na outra linha?
─ Tem sete. (respondeu o menino)
─ Como tu sabe?Tem a mesma quantidade de bolinhas nas duas linhas ou tem mais em alguma das partes?
─ Eu contei as verdes e as amarelas e eram iguais, então tem também sete. E tu não tirou nenhuma.
Foi pedido que o menino contasse as bolinhas.
Ele disse que tinha sete nas duas.
Quanto às condutas da criança
O menino Dimitrius estava gostando de fazer a atividade. Sua reação primeiramente foi de curiosidade. Quando começamos a realizar a prova ele achou muito fácil e, seu interesse continuou.
O Dimitrius deu respostas corretas e não foi influenciado por contra argumentos, pois tinha certeza que nas duas filas tinha a mesma quantidade de bolinhas.
O Dimitrius consegue fazer a correspondência termo a termo e consegue fazer a operação lógica.
Ele, com certeza já, está no período pré-operatório. Ele consegue assimilar a idéia da conservação de quantidade, sem tantos recursos concretos.
A construção da capacidade de reversibilidade do pensamento assinala o ingresso nas operações concretas. A criança torna-se, então, capaz de realizar operações, ou seja, ações mentais, embora limitadas pelo mundo real.
Está no inicio da construção lógica, pois não necessita tanto de materiais concretos para entender conceitos e utilizá-los no dia-a-dia.
Quanto às intervenções do experimentador:
A mãe do menino, também professora não falou em nenhum momento, apenas fez anotações, estas que estão aqui.
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
REFLEXÕES SOBRE O FILME: ENTRE OS MUROS DA ESCOLA , LIGADAS COM MINHAS APRENDIZAGENS
A cena escolhida foi sobre o trabalho que o professor fez sobre o auto – retrato.
Ele pede como tema, que cada aluno faça um auto – retrato. Então, na próxima aula, ele pediu que alguns alunos lessem seu trabalho, o que gerou alguns conflitos. Achei este trabalho do professor bastante desafiador e criativo, pois levou o seu aluno a pensar sobre si, a expor seus gostos, a falar um pouco sobre sua vida, apesar de alguns se sentirem retraídos e constrangidos, mesmo o professor dando a eles palavras de incentivo.
Esta cena demonstra que o professor teve a intenção, ao meu modo de ver, de conhecer seu aluno, suas vontades, seus gostos, seus anseios e sendo assim, promovendo a busca da autonomia, resultante na identidade saudável, isto tudo, causou muitos conflitos entre os alunos x alunos x professor.
O professor teve sim a intenção, mas em algumas cenas do filme desanimou e desistiu de continuar com aquele rico trabalho, pois sob o meu ponto de vista, ele ali poderia ter trabalhado mais sobre as diversidades lá existentes, fazer debates sobre o preconceito e sobre a discriminação, sobre as diferenças raciais...
Em uma das cenas do filme, no qual houve uma reunião de professores, percebi que o professor tinha vontade de mudar um pouco o sistema, mas ao mesmo tempo ele se calava, por receio ou por não acreditar que é possível sim, mudar as regras tradicionais, onde uma delas era um castigo, no qual o aluno perdia pontos por sua indisciplina, o professor foi contra, mas não foi persistente com sua opinião, se deixando calar.
Uma outra cena foi dentro da sala de aula onde o um aluno chama o outro de “macaco,” o professor foi um intermediário dos conflitos existentes, sendo o maior a discriminação que havia entre os alunos, tal como o preconceito racial.
Neste momento do filme, relembrei um momento que tive com meus alunos neste ano, onde uma aluna chama a colega de “branca suja” e a outra revida chamando-a de “macaca”; tive então, que tratar o conflito no grupo, e após chamei as duas, em particular, conversando com as mesmas. Expliquei que devemos respeitar uns aos outros, que somos diferentes sim, mas nem por isso, as pessoas ficam se chamando de negras ou brancas; partindo do pressuposto que acredito na igualdade com a eqüidade, pois, somos diferentes porque somos únicos, e iguais porque buscamos o respeito mútuo.
Conforme o texto que li: Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana; tive maior reconhecimento que é preciso construir estratégias educacionais que visem o combate do racismo, tendo como objetivo fortalecer entre os negros e despertar entre os brancos a consciência negra; entre os negros oferecer conhecimentos e segurança para orgulhar-se de sua origem africana; para os brancos permitir que identifiquem as influências, as contribuições, as participações e a importância da história e da cultura dos negros no seu jeito de ser, viver, de se relacionar com as outras pessoas, notadamente as negras. Daí a necessidade de se insistir e investir para que os professores recebam formação que capacite não só a compreender a importância das questões relacionadas à diversidade étnico-raciais, mas a lidar positivamente com elas e, criar estratégias pedagógicas que possam auxiliar a reeducá-las. Por isso é necessário incluir no currículo da Educação Básica a História e Cultura Afro-Brasileira e Africana, oferecendo não só o conteúdo, mas os materiais bibliográficos e didáticos, acompanhando os trabalhos desenvolvidos, para que os alunos negros deixem de sofrer os continuados atos de racismo de que são vítimas.
Outra cena bem interessante, fora quando o professor incentivou muito o trabalho de um de seus alunos, onde ele expunha o auto-retrato de seu aluno no mural e, pede assim que seus outros alunos venham olhar e ler sobre o mesmo. O aluno ficou constrangido e ao mesmo tempo não acreditando que ele era capaz de ter feito um bom trabalho, o que para ele era bastante difícil, pois mais ao final do filme, pude perceber o que faltava para ele era auto-estima e autonomia, pois sua mãe era muito dominadora, sendo assim, não o deixava falar por si próprio, mostrando assim, a pouca liberdade de expressão, determinação e pouca reflexão sobre o que ele era realmente capaz de fazer e ser.
Segundo Awschwitz, sujeitos com autonomia, são providos da força para reflexão crítica, para a autodeterminação, o que é adquirido através da educação.
Por isso, cabe a nós educadores e família tratarmos bem nossas crianças, no contexto individual, dando-lhes liberdade de escolha e expressão, para que só assim eles tenham chance de se desenvolverem autônomos, capazes de se tornarem cidadãos críticos e capazes de amar.
Ele pede como tema, que cada aluno faça um auto – retrato. Então, na próxima aula, ele pediu que alguns alunos lessem seu trabalho, o que gerou alguns conflitos. Achei este trabalho do professor bastante desafiador e criativo, pois levou o seu aluno a pensar sobre si, a expor seus gostos, a falar um pouco sobre sua vida, apesar de alguns se sentirem retraídos e constrangidos, mesmo o professor dando a eles palavras de incentivo.
Esta cena demonstra que o professor teve a intenção, ao meu modo de ver, de conhecer seu aluno, suas vontades, seus gostos, seus anseios e sendo assim, promovendo a busca da autonomia, resultante na identidade saudável, isto tudo, causou muitos conflitos entre os alunos x alunos x professor.
O professor teve sim a intenção, mas em algumas cenas do filme desanimou e desistiu de continuar com aquele rico trabalho, pois sob o meu ponto de vista, ele ali poderia ter trabalhado mais sobre as diversidades lá existentes, fazer debates sobre o preconceito e sobre a discriminação, sobre as diferenças raciais...
Em uma das cenas do filme, no qual houve uma reunião de professores, percebi que o professor tinha vontade de mudar um pouco o sistema, mas ao mesmo tempo ele se calava, por receio ou por não acreditar que é possível sim, mudar as regras tradicionais, onde uma delas era um castigo, no qual o aluno perdia pontos por sua indisciplina, o professor foi contra, mas não foi persistente com sua opinião, se deixando calar.
Uma outra cena foi dentro da sala de aula onde o um aluno chama o outro de “macaco,” o professor foi um intermediário dos conflitos existentes, sendo o maior a discriminação que havia entre os alunos, tal como o preconceito racial.
Neste momento do filme, relembrei um momento que tive com meus alunos neste ano, onde uma aluna chama a colega de “branca suja” e a outra revida chamando-a de “macaca”; tive então, que tratar o conflito no grupo, e após chamei as duas, em particular, conversando com as mesmas. Expliquei que devemos respeitar uns aos outros, que somos diferentes sim, mas nem por isso, as pessoas ficam se chamando de negras ou brancas; partindo do pressuposto que acredito na igualdade com a eqüidade, pois, somos diferentes porque somos únicos, e iguais porque buscamos o respeito mútuo.
Conforme o texto que li: Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana; tive maior reconhecimento que é preciso construir estratégias educacionais que visem o combate do racismo, tendo como objetivo fortalecer entre os negros e despertar entre os brancos a consciência negra; entre os negros oferecer conhecimentos e segurança para orgulhar-se de sua origem africana; para os brancos permitir que identifiquem as influências, as contribuições, as participações e a importância da história e da cultura dos negros no seu jeito de ser, viver, de se relacionar com as outras pessoas, notadamente as negras. Daí a necessidade de se insistir e investir para que os professores recebam formação que capacite não só a compreender a importância das questões relacionadas à diversidade étnico-raciais, mas a lidar positivamente com elas e, criar estratégias pedagógicas que possam auxiliar a reeducá-las. Por isso é necessário incluir no currículo da Educação Básica a História e Cultura Afro-Brasileira e Africana, oferecendo não só o conteúdo, mas os materiais bibliográficos e didáticos, acompanhando os trabalhos desenvolvidos, para que os alunos negros deixem de sofrer os continuados atos de racismo de que são vítimas.
Outra cena bem interessante, fora quando o professor incentivou muito o trabalho de um de seus alunos, onde ele expunha o auto-retrato de seu aluno no mural e, pede assim que seus outros alunos venham olhar e ler sobre o mesmo. O aluno ficou constrangido e ao mesmo tempo não acreditando que ele era capaz de ter feito um bom trabalho, o que para ele era bastante difícil, pois mais ao final do filme, pude perceber o que faltava para ele era auto-estima e autonomia, pois sua mãe era muito dominadora, sendo assim, não o deixava falar por si próprio, mostrando assim, a pouca liberdade de expressão, determinação e pouca reflexão sobre o que ele era realmente capaz de fazer e ser.
Segundo Awschwitz, sujeitos com autonomia, são providos da força para reflexão crítica, para a autodeterminação, o que é adquirido através da educação.
Por isso, cabe a nós educadores e família tratarmos bem nossas crianças, no contexto individual, dando-lhes liberdade de escolha e expressão, para que só assim eles tenham chance de se desenvolverem autônomos, capazes de se tornarem cidadãos críticos e capazes de amar.
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