Metodologia: 1°passo- "A curiosidade" (Questão de Investigação)/ 2°- Inventário dos Conhecimentos sobre a queatão (Dúvidas e Certezas)/ 3°-Processo de Investigação e Esclarecimento das Dúvidas e Validação das Certezas (Busca e Seleção de Informações)/ 4°- Escolha dos Procedimentos de Testagem ( A Proposição de Alternativas de Soluções) e Organização/Comunicação dos Resultados (Para desenvolver seu Projeto o estudante (ou grupo) necessita fazer "trocas" e publicar seus Progressos).
IMPORTANTE: Os ganhos com os Projetos de Aprendizagem é exponenciado pela contribuição dos demais estudantes e outros interessados.
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
REFLEXÕES EM TORNO DO USO DE COMPUTADORES EM EDUCAÇÃO
Muitas escolas têm computadores destinados ao uso educacional e, apenas o fato de elas possuírem computadores as torna melhores do que as outras que não têm. Ilusão, pois adquirir computadores e instalá-los em uma escola não é um indicador "per si" do rumo que esta escola tomará. Primeiramente é preciso avaliar que se tem feito dos computadores nas escolas. Como computadores são instrumentos, o que realmente importa não é se a escola os utiliza ou não, mas sim, como ela os integra ao processo educacional da escola.
ARQUITETURAS PEDAGÓGICAS
Eu entendi que arquiteturas pedagógicas são estratégias pedagógicas que se mostram mais sensíveis à perspectiva da aprendizagem e que estão em constante releitura, entre outros ao encontro de paradigmas epistemo lógicos (potentes para desenvolver a proposição de uma pedagogia da incerteza).
O elemento que define as arquiteturas pedagógicas é a combinação do aparato técnico com a visão pedagógica.
O elemento que define as arquiteturas pedagógicas é a combinação do aparato técnico com a visão pedagógica.
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Aula Presencial do dia 21 de outubro
Tivemos esta aula e, foi muito significativo para mim como se desenvolveu, com muitas "trocas" , reflexões e atividades propostas pelas professoras Dóris e Sitra-mara, entre as atividades, cito: Uma folha contendo opiniões de adultos que estão se alfabetizando e, podemos através dos "discursos" lidos trazer a tona algumas idéias do texto de Regina Hara_ Alfabetização de adultos: ainda um dasafio.3.ed. São Paulo: CEDI,1992. E, assim fazer representações das necessidadades dos educandos para ser possível dar início ao processo da alfabetização, respeitando assim, o contexto histórico sócio-cultural do aluno, assim, também lembrando aprendizagens significativas do Video que assisti: "A construção da leitura e da escrita do adulto na perspectiva Freiriana". Na aula foi nos apresentado um "norte" para podermos alfabetizar com: investigação de interesses, tematização (as palavras num contexto social) e, tudo para que com a problematização se busque as soluções nos conflitos de interesse. A aquisição da escrita deve ser intrinsicamente ligada ao empoderamento político, lembrando sábias colocações de Paulo Freire.
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
LIBRAS UMA NOVA E IMPORTANTE APRENDIZAGEM PARA MIM
Nunca tive a experiência de conviver e conhecer uma pessoa surda. Somente agora na nossa aula de Libras e que tive o prazer de conhecer a nossa professora Janaína, o que foi para mim uma enorme satisfação, pois ali naquela aula aprendi um pouco sobre o surdo, pois para mim tinha a concepção que todo surdo era mudo, posso até dizer que por pura ignorância não sabia que o surdo não é mudo. Aprendi até me comunicar através da língua brasileira de sinais.
Os surdos são pessoas que compreendem e interagem com o mundo através de experiências visuais, se manifestando através de uso da língua brasileira de sinais.
Hoje eu sei que para se comunicar com uma pessoa surda é necessário olhar em seus olhos, se possível desenhar, escrever ou até mesmo dramatizar, sempre com muita calma, não sendo preciso gritar. É preciso utilizar bastante a expressão corporal e facial, percebi isto na aula da professora, que muitas vezes entendia o que ela falava através da sua expressão corporal e facial.
Os aspectos da cultura surda que eu acho importante saber para que eu possa interagir com pessoas surdas é, antes de tudo, saber que os surdos são pessoas que interagem, que são pessoas capazes e nunca inválidos. Surdez não é uma deficiência, mas uma cultura.
Saber que a cultura surda é o jeito do surdo entender o mundo e de modificá-lo para que se torne acessível e habitável ajustando-os com suas percepções visuais, para contribuir para a definição das identidades surdas e das “almas” das comunidades surdas.
Tentar conhecer aos poucos, o que é para mim muito difícil, mas bastante desafiador, a língua brasileira de sinais.
Os surdos são pessoas que compreendem e interagem com o mundo através de experiências visuais, se manifestando através de uso da língua brasileira de sinais.
Hoje eu sei que para se comunicar com uma pessoa surda é necessário olhar em seus olhos, se possível desenhar, escrever ou até mesmo dramatizar, sempre com muita calma, não sendo preciso gritar. É preciso utilizar bastante a expressão corporal e facial, percebi isto na aula da professora, que muitas vezes entendia o que ela falava através da sua expressão corporal e facial.
Os aspectos da cultura surda que eu acho importante saber para que eu possa interagir com pessoas surdas é, antes de tudo, saber que os surdos são pessoas que interagem, que são pessoas capazes e nunca inválidos. Surdez não é uma deficiência, mas uma cultura.
Saber que a cultura surda é o jeito do surdo entender o mundo e de modificá-lo para que se torne acessível e habitável ajustando-os com suas percepções visuais, para contribuir para a definição das identidades surdas e das “almas” das comunidades surdas.
Tentar conhecer aos poucos, o que é para mim muito difícil, mas bastante desafiador, a língua brasileira de sinais.
ASSUNTOS DA PRIMEIRA AULA PRESENCIAL
Na primeira aula presencial de Linguagem e Educação, foi feito um trabalho de grupo e, nós ganhamos uma folha contendo um pequeno texto que tinha três palavras grifadas, para reflexão que eram: autoria/ expressão e interlocução _ para o desenvolvimento da criatividade e autonomia.
Então, já no primeiro trabalho escrito pude fazer um relato que acho importante e destaco como aprendizagem.
“ É preciso considerar as condições socioculturais para “apropriar-se” das diferenças de linguagem e, assim respeitar as demais formas de falar e escrever. São os “desafios contemporâneos”.
Precisamos entender que as condições de produção do discurso – o contexto de uso da linguagem, o lugar do qual falamos, o interlocutor – interferem na seleção do conteúdo (o que dizer) e das estratégias do dizer (como dizer).
Falar sobre múltiplas linguagens e não associá-las ao discurso pedagógico é impossível, pois o mesmo está em função das demandas culturais e sociais de cada época. Através do discurso são apresentados os “bons métodos”, as “boas leituras”.
__Até que ponto isto beneficia a nossa prática pedagógica? Precisamos, nós professores, ter mais autoria, expressão, ser interlocutor, ter mais autonomia em nossa prática pedagógica.
Antes de tudo é preciso considerar as condições entre linguagem e grupos sociais, respeitando as relações socioculturais entre os sujeitos.
A escola promove a hierarquia de excelências, onde aquele aluno no decorrer de seu desenvolvimento não atinge as propostas de aprendizagem e nem desenvolve as habilidades e competências exigidas, então, sob os julgamentos e classificações no âmbito do discurso é designado ao fracasso. Isto não promove o desenvolvimento de ninguém.
A escola enfrenta o desafio de incorporar ao currículo essas demandas sociais e culturais, é era das interlocuções mais amplas. “
Referências: A leitura, a escrita e a oralidade como artefatos culturais (Dalla Zen; Trindade, 2002).
Então, já no primeiro trabalho escrito pude fazer um relato que acho importante e destaco como aprendizagem.
“ É preciso considerar as condições socioculturais para “apropriar-se” das diferenças de linguagem e, assim respeitar as demais formas de falar e escrever. São os “desafios contemporâneos”.
Precisamos entender que as condições de produção do discurso – o contexto de uso da linguagem, o lugar do qual falamos, o interlocutor – interferem na seleção do conteúdo (o que dizer) e das estratégias do dizer (como dizer).
Falar sobre múltiplas linguagens e não associá-las ao discurso pedagógico é impossível, pois o mesmo está em função das demandas culturais e sociais de cada época. Através do discurso são apresentados os “bons métodos”, as “boas leituras”.
__Até que ponto isto beneficia a nossa prática pedagógica? Precisamos, nós professores, ter mais autoria, expressão, ser interlocutor, ter mais autonomia em nossa prática pedagógica.
Antes de tudo é preciso considerar as condições entre linguagem e grupos sociais, respeitando as relações socioculturais entre os sujeitos.
A escola promove a hierarquia de excelências, onde aquele aluno no decorrer de seu desenvolvimento não atinge as propostas de aprendizagem e nem desenvolve as habilidades e competências exigidas, então, sob os julgamentos e classificações no âmbito do discurso é designado ao fracasso. Isto não promove o desenvolvimento de ninguém.
A escola enfrenta o desafio de incorporar ao currículo essas demandas sociais e culturais, é era das interlocuções mais amplas. “
Referências: A leitura, a escrita e a oralidade como artefatos culturais (Dalla Zen; Trindade, 2002).
ESTRATÉGIAS
IMPORTANTES ESTRATÉGIAS PARA REFLETIR E POR EM PRÁTICA DAQUI POR DIANTE
Na sistematização é merecida atenção a questão, devido a leitura mecânica do chamado método Paulo Freire, no qual os educadores tem aceitado o desafio simplista, com movimentos mecânicos que impliquem simplesmente na decodificações de palavras e na sua silabação, estas que estão ligadas á realidade do educando. Outros sim, a descoberta da estrutura silábica da palavra geradora, a composição das famílias silábicas e a criação de novas palavras, é coerente com a colocação do alfabetizando como sujeito da construção do seu aprendizado.
Na sistematização é merecida atenção a questão, devido a leitura mecânica do chamado método Paulo Freire, no qual os educadores tem aceitado o desafio simplista, com movimentos mecânicos que impliquem simplesmente na decodificações de palavras e na sua silabação, estas que estão ligadas á realidade do educando. Outros sim, a descoberta da estrutura silábica da palavra geradora, a composição das famílias silábicas e a criação de novas palavras, é coerente com a colocação do alfabetizando como sujeito da construção do seu aprendizado.
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